Quem sou eu

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Salvador, Bahia, Brazil
O mundo começou pra mim no dia 29 de agosto de 1994,Na maternidade Sagrada Família, às 00:17 min de uma madrugada de sábado. Deve ser por isso que sou elétrica, lunática, hiperativa, serena, bipolar, multipolar, e metafisica simultaneamente. Virginiana de corpo Alma e coração, protegida pelo anjo Arcanjo, sou esgotada de sentimentos transparentes, amo compulsivamente e desprezo da mesma maneira. sou capaz de segurar o mundo com uma mão só, pra não soltar a sua jamais.

me descreveu.

me descreveu.
‎Eu sou suspeita pra falar. Mas quando fico quieta sou mais suspeita ainda.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

suas palavras machucam,


são comos espinhos que fincam no peito e deixam marcas, marcas que jamais irão cicatrizar, sua voz me faz chorar, não sei como é sentir o seu toque, mas no momento em que eu poder senti-lo, eu vou morrer, por dentro. Seus gestos, atitudes me fazem perder o controle de mim mesma, é como se você fosse o único que podesse me guiar. Eu só queria que você ouvisse o meu coração gritar, reclamar, por você.

há quem diga que chorar


seja fraqueza. Eu choro quase todo santo dia, e sim, me sinto aliviada depois das lágrimas. É como se entrasse uma mão no meu coração e arrancasse metade da dor. Porque chorar não é ser fraco, e, por mais clichê que pareça, creio que seja admitir que às vezes não dá pra levar as coisas numa boa, talvez o que mais queremos é correr pro colo mais próximo, pedir um cafuné e deixar nascer um rio - o meu rio.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Eu não sou a mais bonita.

nem tenho o mais lindo sorriso. Eu não me pareço com a barbie e não tenho todos os ideais de beleza, eu sonho acordada e choro sem razão. Eu uso perfume doce e prefiro cabelo preso. Eu não saio de casa sem estar me sentindo bem, eu tento ser diferente, mas acabo sendo completamente igual. Eu vou bem em português e não entendo matemática. Eu posso ser muito querida, mas posso ser insuportável quando eu quero. Eu já fui a garota dos sonhos de alguém. Eu já fiz juras de amor e já chorei por elas. Eu conheço muitas pessoas, mas posso contar nos dedos quem realmente são os amigos de verdade.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

I Coríntios 13:8

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade! tudo sofre, tudo cre, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

por mais que eu lutasse [...]


pra não pensar nele, para não pensar nele, eu não lutava para esquecê-lo. Eu me preocupava — tarde da noite, quando a exaustão da privação de sono penetrava em minhas defesas — que tudo desaparecesse. Que minha mente fosse uma peneira e eu um dia não conseguisse me lembrar da cor exata de seus olhos, da sensação de sua pele fria ou da textura de sua voz. Eu podia não pensar naquilo, mas queria me lembrar de tudo.

    

sexta-feira, 5 de novembro de 2010


Quando dei por mim , já tinha me tornado uma pessoa fria e sem sentimento algum. Por mais que tudo em minha volta se mostrasse feliz, meu rancor era maior que qualquer coisa. Fiquei sem entender esses risos descontrolados, e inúteis. Essas frases de impacto que nunca salvarão o mundo, essas pessoas que falam de amor como se fosse algo fácil e simples, pessoas que amam pessoas sem nunca terem se visto pessoalmente; amizades falsas e simplesmente por interesse. Enfim, quando dei por mim, fiquei mais critica e seletiva. Agora só desejo que o mundo me entenda; eu não escolhi ser assim, o mundo me tornou assim. Um dia quem sabe meu senso de ridículo vá embora, e eu volte a gostar do mundo como ele é.

precisamos mentir;


por amor, amizade, respeito e consideração mas especialmente pelo prazer e pelo medo, prazer de enganar e medo de dizer a verdade, quem diz a verdade se expõe e fica a mercê do julgamento e da tirania dos hipócritas que dizem: não fale, não ouça, não veja, não sinta, apenas finja, finja que acredita!